Começando bem a semana!

Não sei vocês,mas gosto desse tipo de texto que irei postar aqui,bom,a autora desse é a Gabriela Freitas e faz textos incríveis!Tenham uma ótima semana,beijos meus amore’s!

“A vida, vez ou outra, faz uns caminhos meio tortos, sabe? Pega uns atalhos esquisitos, entra numas ruas diferentes e acaba indo parar bem longe do lugar pra qual achávamos que deveríamos ir. De repente parece que o mundo virou de ponta cabeça e você se vê de mãos atadas sem ter o que fazer. Ficamos perdidos, sem sequer sabemos ao certo onde estamos e como fazemos pra voltar. E pare! Não volte. Espere com calma, até que seus olhos comecem a se acostumar com as novidades. Com o tempo a gente começa a se dar conta de que era exatamente ali que devíamos estar. Nós erramos, Ele não. Confie! No final de tudo, sempre chegamos ao lugar certo.”

Li no tumblr e gostei! 💌

Ciclo do amor verdadeiro

 

Tudo na vida tem começo, meio e fim. Até mesmo o amor.

No começo é tudo lindo, tudo maravilhoso. Vocês têm aquela conexão mágica e conversam durante horas a fio. Só pensam um no outro e a vontade de estarem juntos é incontrolável. As declarações de amor são diárias, os beijos são ardentes e é nessa fase que nascem os apelidos fofos para o casal e melosos pra quem vê de fora.

O meio é onde não há aquele fogo louco da paixão, mas há o calor gostoso do amor. Os dois se amam, se desejam, se querem, se curtem, gostam de estar juntos e se sentem bem na presença um do outro. Não é forçado, é simples e fácil. Há carinho e as declarações de amor são silenciosamente feitas pelos olhares e pelos toques. As brincadeiras aumentam junto com o número de risadas e sorrisos que compartilham. Os beijos são ardentes, mas também são suaves e tranquilos. Não há pressa.

No fim tudo desmorona. Se veem quando dá e quando não dá, não faz diferença. Não se falam com frequência e quando se falam, brigam. Os carinhos são raros e já não conseguem lembrar quando foi a última declaração de amor. As brincadeiras são raras, assim como os sorrisos e as risadas. As conversas são forçadas e tudo o que conseguem notar um no outro são os defeitos. O amor acaba junto com a paixão, o carinho, a admiração e tudo o que resta é o frio.

Porém, existe um tipo de amor que tem uma fase a mais. Uma fase chamada recomeço, onde não importa quão frio fique, o casal sempre consegue reascender a chama e superar as dificuldades, não importa quais sejam elas.  Quando há recomeço o amor não morre, apenas adormece por falta de cuidado e assim faz com que os corações lembrem que é necessário cultivar, cuidar e não abandonar o amor por pensar que deixando-o de lado, ele arrumará um jeito de se virar sozinho e continuar crescendo. O recomeço não é fácil. É preciso mais carinho e comprometimento. É preciso que os dois sentem frente a frente e abram seus corações sinceramente, é preciso que conversem sem medo e contem tudo o que está incomodando, é preciso que se comprometam a ajudar um ao outro e a ajudar o amor.

Começar, continuar, acabar e recomeçar. O ciclo do amor verdadeiro.

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Ela é “estranha”. Tem vergonha até pelo bate-papo, tem ciúmes até de foto. Chora ouvindo sua música preferida e grita quando se assusta. É escandalosa, porém tímida, isso depende se está ou não perto dos seus amigos. Aliás, quando ela está com os amigos, perde a vergonha na cara e só faz “merda”. Sim, ela é “estranha”, mas pelo menos procura ser feliz. Ela tem uma risada alta e ao mesmo tempo uma voz suave. Faz careta do nada. Come pipoca, brigadeiro e sorvete sem culpa. Conversa sozinha, canta errado, dança como uma louca em casa, dá risada dos tombos, faz palhaçadas, conta piada velha e acha maior graça, conversa com os animais, briga com objetos quando esbarra neles. Sim, ela é louquinha, mas quem não é? E sabe uma coisa? Dane-se. Pessoas “perfeitas” são um saco.
Caio Fernando Abreu.

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Eu era aquele tipo de pessoa que sempre tentava fazer a pessoa que eu amava feliz. E coloquei muitas vezes a minha felicidade em jogo por causa disso. A felicidade de estar ao lado de quem se ama deveria ser maior que tudo. Mas só estar não foi o bastante. Precisava ser amor, precisava ser recíproco. E mesmo com todo meu esforço, não foi. E mesmo assim, continuei tentando. Ninguém tentou mais que eu fazer tudo dar certo. Ninguém amou com tanta dor como eu. E quando fui finalmente vencido pelas derrotas de amar sozinho, parei de tentar. E desisti do amor por alguns anos. E então, algo aconteceu. Algo que não sei bem o que é, mas me traz algo tão bom dentro do peito que me sinto completo. E não preciso mais tentar tanto pra ganhar um sorriso. E não preciso me esforçar tanto pra sorrir também. Não sei se é porque hoje sou mais completo de mim, ou se o que eu tanto procurei e esperei finalmente chegou. Mas sei que sou feliz. Uma felicidade que nunca precisou de esforços para acontecer. Uma felicidade que com um sorriso dele acontece.
A culpa é mesmo das estrelas? 

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Ela é tão ela, toda complicada, toda na dela. Ela é cheia de manias e coberta de duvidas, num instante é calmaria no outro furacão, ela é de riso fácil, se faz de durona, cheia de marra, mas tem um coração mole. Ela é de fase, num dia ta feliz, no outro, fecha a cara. Ela tem um sorriso capaz de trazer paz em meio ao caos, tem o brilho das estrelas no olhar e um jeito encantador só dela que não dá pra resistir. Ela quer viajar o mundo, conhecer novos sabores, ela é livre, ela é dela, ela se prende a quem ela quiser. Ela é teimosa, grossa e ao mesmo tempo carinhosa, mistura amor com poesia, toda orgulhosa, tem pose de marrenta e um abraço que conforta. Ela é diferente é daquelas que não sai da tua mente, desajeitada por natureza, toda atrapalhada, mas que encanta por onde passa, se eu pudesse usar uma metáfora diria que ela não é 8 nem 80 ta mais pra 800. Ela é a confusão em pessoa e nenhuma outra se compara a imensidão dela. Sem duvidas, ela é bagunça, cara.”

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“Só que aí eu acabei mudando. E foi mudança aos poucos, porque até hoje me dou conta de coisas minhas que já não estão mais lá e, quem roubou, eu jamais vou saber. O sorriso mudou e a vontade de sorrir pra qualquer pessoa também, graças a Deus. Foi por sorrir tanto de graça que eu paguei tão caro por todas as coisas que me aconteceram. Às vezes me pego olhando ao meu redor e vendo tanta menina parecida comigo. Tanto sentimento gritando de bocas caladas e escorrendo de peles secas. Tanta coisa acontece com a gente. Tanta gente passa pela gente, mas tão pouca gente realmente fica. E eu sei que, talvez, eu tivesse que ficar triste. Talvez eu tivesse que continuar secando lágrimas, abraçando o vento e rindo no vácuo, mas o fato é que eu não consigo. Eu não consigo mais ser triste só para mostrar que um dia eu fui – ou achei que tivesse sido – feliz. Aprendi com os meus próprios erros que sofrer não torna mais poético, chorar não deixa mais aliviado e implorar não traz ninguém de volta. Aprendi também que por mais que você queira muito alguém, ninguém vale tanto a pena a ponto de você deixar de se querer. Eu que gritei para tantas pessoas ficarem, hoje só quero mesmo é que elas sumam de uma vez por todas. E em silêncio, que é pra ninguém ter porque se lamentar.”

Tati Bernardi.